quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Escondam tudo!

Voltou a Grande Fome.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

É oficial

Não consigo calçar as meias.
Tenho de comprar uns crocs de inverno iguais aos da Tatas, mas, ao contrário dela que tem alguma vergonha na cara, os meus serão mesmo para andar por aí.

Me aguardji!

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

O teu pai foi às compras



Podia ser para ele.

sábado, 15 de novembro de 2008

Uma trip chamada gravidez

É o que o meu irmão diz que estou a ter. Estou numa fase totalmente insone, paranóica, super-vigilante, acho que toda a gente me esconde um segredo ou tem coisas para me dizer e não diz, sei lá. "Mas está tudo bem?" "Pode contar, eu aguento tudo" "Vocês acham que fazem de mim parva mas não fazem!"
O Gabriel deve passar a metade do dia a revirar os olhos. "Ai, ai, o que me calhou na rifa."

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

domingo, 9 de novembro de 2008

Chocolate quente

Hoje fomos beber chocolate quente à praia. Passaste o dia até quietinho, mas não resististe ao chocolate quente!
A vista do café:



Resolvi abraçar e assumir a fotógrafa medíocre que há em mim. Há dias que ando com a câmara na mala. É divertido.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Amor a várias vistas

Sempre fantasiei sobre a minha gravidez, desde muito cedo. Achava que a partir do momento em que visse o teste positivo, toda a minha vida ia ficar iluminada e ia conhecer a única forma de amor pura, visceral.

Não foi bem assim, pequeno. Deu-me as duas riscas e, ao contrário de planear uma maneira absolutamente criativa e brilhante de contar ao teu pai, mandei-lhe um sms assustado. Fiz mais três testes no mesmo dia e um BHCG no dia seguinte, mas nada disso fez o click. Nem a vida estava mais iluminada e nem eu sentia que ia ser mãe.

O dia em que ouvi o teu coração deu um estalo, sim. Chorei na sala de ecografia, sem entender bem nada daquilo. Mas ali tornaste-te um nadinha mais concreto, um nadinha mais perto de mim.

Às doze semanas, vi as tuas patinhas todas e percebi que estava grávida... senti-me grávida pela primeira vez. Qual não foi a minha surpresa ao perceber que a gravidez começava para o teu pai ali também, e ele a partir de então escreve tudo em crónicas muito bonitas.

A dose seguinte de arrebatamento veio na última ecografia que revelou coisinhas sobre ti, e que agora nos permite chamar-te pelo nome. A esta altura, eu e o teu pai estamos uns parvos. Somos mesmos doidos por ti. Tens o tamanho duma lata de red bull e pesas menos de meio quilo, e somos absolutamente doidos por ti.

Pelo que temos experimentado, achamos que será assim sempre... em vez da paixão ao primeiro contacto como imaginei, é um apaixonamento dia após dia, uma coisa boa e nova, diferente de tudo que já sentimos. Já posso dizer, sem medo de ser lamechas e já sendo, que foste a melhor coisa que já nos aconteceu. É tudo tão bom que quase me atrevo a dizer que eu e o teu pai acontecemos para que tu acontecesses.

Que belíssima aventura, esta. Estamos a adorar cada segundo dela.