quinta-feira, 16 de julho de 2009

Meu coração bate tanto quando te vê

Estive a ler os posts de Fevereiro (até ao parto) e todas aquelas emoções boas invadiram-me de uma tal forma que deixo aqui a canção do parto mais uma vez, para não me esquecer nunca.

Conselho para todas as grávidas, mamãs, etc: criem o vosso registo em blog, nem que seja privado. É muito bom poder voltar a estes momentos e sentir coisas boas outra vez. E quando lemos as menos boas, ficamos contentes porque já passaram.

De irmãos

Nope. Ainda me restaram alguns neurónios da última gravidez para não pensar nisso como plano pelos próximos "alguns" anos, no mínimo.

Mas ontem à noite ocorreu-me um pensamentinho. Se a minha sogra tivesse irmãos, teria tido com quem dividir a longuíssima doença da sua mãe, que consumiu 10 anos de vida a ambas.
E Deus sabe o que é que eu faria sem o alucinado do meu irmão, que me tem ajudado imenso com o Gabriel, superando toda e qualquer expectativa.
Isto para dizer que a nossa perspectiva - minha e do Hugo - tem sido muito limitada, assim como a da maioria dos pais, que têm um maninho para o outro "ter com quem brincar". Ora bem, isso é o de MENOS. Fui filha única até muito tarde e nunca me faltaram putos com quem brincar. Nos inevitáveis momentos em que não tinha mesmo remédio se não brincar sozinha, comecei a escrever histórias, ou seja, devo a minha parte mais divertida ao facto de ter sido filha única.

Mas não é só de infância que vive um ser humano, e não é na infância, fase em que estamos cobertos de amor e protecção, que "precisamos" de irmãos. Acho que é justamente quando a infância acaba. Por mais histéricos, excessivamente sinceros, distantes, enlouquecidos ou sabe-se lá mais o quê, salvo as excepções que confirmam a regra, um irmão FICA.
(Lembrei-me também da doença da minha mãe, em que todo o seu enorme clã se transformou dum minuto para o outro em autênticas mães para ela. Os irmãos têm este condão.)

Também tive um pensamentinho nº 2, mas este fica para amanhã.

(Nota: este post sobre irmãos existe porque o meu próprio irmão chegou cá às seis da manhã, provavelmente com os copos, tentando não acordar ninguém mas acordando todo mundo. Quando ele acordar, eu o esgano.)

quarta-feira, 15 de julho de 2009

uma canção bonita

Estou a ler um livro óptimo sobre a Motown (à velocidade gabriélica, é claro), e desde ontem que estou com isto na cabeça, versão Isley Brothers e não Supremes.

Parabéns, Ana C!


Trocámos três mails antes da hora do almoço e eu nem TCHUM!!!
Mas ela sabe o quanto gosto dela, o quanto admiro - cada vez mais - a sua inteligência, sentido de observação e generosidade e o quanto sou grata por tudo que ouviu e disse durante e depois da gravidez.
34 anos e um bebé a caminho, tudo coisas de muito respeito.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Já me viram isto...

Quando cheguei a casa, adivinhem lá quem é que estava todo pronto para ir ver os Metallica ao Optimus alive?

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Há horas em que só me apetece cheirá-lo (esquizopost)

Ele não cheira a mustela, não senhores. Só imediatamente a seguir ao banho.
A bem dizer da verdade, o meu filho é um bocado azedinho. Como um iogurte natural. Principalmente na nuca, que é onde ele é mais azedinho e mais meu filho do que nunca.

É estranho, eu às vezes tenho saudades dele e ele mesmo aqui ao lado, a dormir.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Como dizer "eu amo-te"

Ele diz assim:

Morangos macerados em limão e feta em cama de rúcula com flor de sal e vinagrete de hortelã.
Meu Deus,dai-me mais maus dias a acabarem assim tão bem.