Mas fixe, fixe é o cordão da chucha.
domingo, 31 de maio de 2009
Nova brincadeira
A tua mãe de vez em quando acorda e chateia-se com a tecnologia que temos em casa. Começa a dizer mal em catadupa e acusa-me das coisas funcionarem mal, como se eu fosse o dono da fábrica responsável pelo seu fabrico.

a 1ªexperiência

a 2ª experiência
Agora foi a máquina fotográfica. Uma Cannon Powershot que até nem é das piores que andam no mercado.
- Olha só para estas fotografias! Uma merda! Tás a fazer alguma coisa mal, Hugo. Tens de ver isso. Isto não é normal. Toda a gente tem fotos óptimas e as nossas tão todas escuras e granuladas. Tás a fazer alguma coisa mal. Aprende a lidar com isso. Quero ter boas fotografias do meu filho!
Como o problema não era meu, porque as definições estavam todas aproveitadas no limite, resolvi aprender a mexer no photoshop para lhe agradar. Como ainda sou o nabo na arte, comecei a carregar ao calhas nos botões.
Este foi o resultado:
a original:- Olha só para estas fotografias! Uma merda! Tás a fazer alguma coisa mal, Hugo. Tens de ver isso. Isto não é normal. Toda a gente tem fotos óptimas e as nossas tão todas escuras e granuladas. Tás a fazer alguma coisa mal. Aprende a lidar com isso. Quero ter boas fotografias do meu filho!
Como o problema não era meu, porque as definições estavam todas aproveitadas no limite, resolvi aprender a mexer no photoshop para lhe agradar. Como ainda sou o nabo na arte, comecei a carregar ao calhas nos botões.
Este foi o resultado:

a 1ªexperiência

a 2ª experiência
sábado, 30 de maio de 2009
He can work the room
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Inspiração para coisas boas
Este foi um dos melhores filmes que vi nos últimos anos, sem ponta de exagero.
E porque é sempre interessante ver de onde se sacam ideias para fazer coisas originais, deixo aqui a entrevista que a TimeOut publicou com o realizador, mal digitalizada como o caracinhas.
E porque é sempre interessante ver de onde se sacam ideias para fazer coisas originais, deixo aqui a entrevista que a TimeOut publicou com o realizador, mal digitalizada como o caracinhas.
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Nem vale a pena comprar pipocas
Os sonhos são uma componente importante dos nossos sonos. Há os bons, os maus, os parvos e aqueles que não nos conseguimos lembrar. Há quem diga que são a cores, outros a preto e branco, que duram 5 minutos, 10 ou uma hora. Existem os teóricos que arranjam significados para tudo e mais alguma coisa e, se formos a uma qualquer livraria, teremos centenas de livros sobre o tema à nossa disposição.
Pergunto quantos de nós não têm ou tiveram a terrível experiência de serem acordados mesmo no meio dum sonho, precisamente naquele momento em que começamos a retirar todo o prazer duma fantasia criada pelo nosso cérebro? Na minha adolescência, estas interrupções ocorriam-me imensos nos idílios mais eróticos. Quando estava tudo preparado para consumar o acto, eis que algum som me acordava, ou era uma panela que escorregava das mãos da minha mãe, ou era um condutor que buzinava irritado com o palhaço que estava estacionado em segunda fila, ou era a vizinha de cima deixava cair com estrondo a sua enigmática esfera de ferro que rebolava com alarido pelo soalho. Esta conjugação infeliz de momentos mundanos deixava-me mesmo pior que estragado e era o suficiente para ficar logo com o dia arruinado. Reparem, nunca tivera muito sucesso com as mulheres e, se não fossem esses pequenos e oportunos instantes, o sexo feminino com todo o seu esplendor físico continuava a ser um mistério complicado de desvendar.
Com a chegada do Gabriel, sonhar uma ilusão completa, do princípio ao fim, está fora de questão. Agora, nem a metade tenho direito. OK, podemos dizer que os filhos fazem-nos sonhar acordados, que são sonhos tornados realidade, bla, bla,bla,bla,bla,bla. Tudo bem, até admito a lamechice, mas agora eu queria era um sonhito daqueles que se tem a dormir, de cabeça na almofada. Mas nada. Mal pego no sono profundo e se começa a desvendar aquilo que promete ser uma desfocada imagem dum devaneio cerebral, eis que o Sr Gabriel se lembra de acordar e fazer pública a sua alvorada.
Neste momento, se os meus sonhos fossem uma sessão de cinema, diria que me ficava pelo aviso para os espectadores desligarem os telemóveis.
Pergunto quantos de nós não têm ou tiveram a terrível experiência de serem acordados mesmo no meio dum sonho, precisamente naquele momento em que começamos a retirar todo o prazer duma fantasia criada pelo nosso cérebro? Na minha adolescência, estas interrupções ocorriam-me imensos nos idílios mais eróticos. Quando estava tudo preparado para consumar o acto, eis que algum som me acordava, ou era uma panela que escorregava das mãos da minha mãe, ou era um condutor que buzinava irritado com o palhaço que estava estacionado em segunda fila, ou era a vizinha de cima deixava cair com estrondo a sua enigmática esfera de ferro que rebolava com alarido pelo soalho. Esta conjugação infeliz de momentos mundanos deixava-me mesmo pior que estragado e era o suficiente para ficar logo com o dia arruinado. Reparem, nunca tivera muito sucesso com as mulheres e, se não fossem esses pequenos e oportunos instantes, o sexo feminino com todo o seu esplendor físico continuava a ser um mistério complicado de desvendar.
Com a chegada do Gabriel, sonhar uma ilusão completa, do princípio ao fim, está fora de questão. Agora, nem a metade tenho direito. OK, podemos dizer que os filhos fazem-nos sonhar acordados, que são sonhos tornados realidade, bla, bla,bla,bla,bla,bla. Tudo bem, até admito a lamechice, mas agora eu queria era um sonhito daqueles que se tem a dormir, de cabeça na almofada. Mas nada. Mal pego no sono profundo e se começa a desvendar aquilo que promete ser uma desfocada imagem dum devaneio cerebral, eis que o Sr Gabriel se lembra de acordar e fazer pública a sua alvorada.
Neste momento, se os meus sonhos fossem uma sessão de cinema, diria que me ficava pelo aviso para os espectadores desligarem os telemóveis.
terça-feira, 26 de maio de 2009
Ele está num dia maravilhoso!
A brincar sozinho no berço há bué.
Parece que sabe que a mãe tem cenas a despachar.
Parece que sabe que a mãe tem cenas a despachar.
Subscrever:
Mensagens (Atom)

