Hemingway é o meu escritor preferido, o que não deixa de ser cliché para uma mulher Carneiro.
Não, não é o meu contista preferido, é mesmo o meu escritor preferido. Não me vou pôr com disparates e fazer aqui um elogio, sairia sempre uma coisinha medíocre, além de não dizer nada de novo - o indefectível Harold Bloom explica timtim por timtim o que eu sinto em How to Read and Why, (há em português em qualquer biblioteca e vale muito a pena). Digo só, rapidamente, que adoro a economia, adoro as frases curtas, a absoluta limpeza do texto, a dignidade e sensibilidade masculinas, o sexo, a bebida. Falei da economia? Um génio, para mim, diz mais com menos. Tira tudo que não é David da pedra. E deixa-me completar o que não está dito.
É por isso que Os Assassinos tem, para mim, a escrita perfeita.
(Ou será o crístico caso de Francis Macomber? Ou o velhote solitário que procura um café bem iluminado que ofereça uma pausa da escuridão? Ou o regresso do jovem que nunca será como antes, ou será o menino que quer ser toureiro e aquilo tudo acabou muito mal. Sinto uma empatia enorme por todos os homens de Hemingway).
terça-feira, 30 de novembro de 2010
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Do que não me rio
Sou incrivelmente observadora e má-língua. Sou detalhista, vejo nuances imperceptíveis ao olho comum (comum não, normal) em tudo que vejo, todo mundo tem segundas intenções, a escolha de palavras revela quase tudo que uma pessoa mais quer esconder, quando João me fala de Pedro, sei mais de João do que de Pedro. Gozo muito com quem acho pretencioso, e acho muita gente pretenciosa. Acho muita gente ridícula, muita gente medíocre, muita gente burra. Mais ainda quando essa mesma gente se considera muito in, muito up, muito on.
No entanto, fui incapaz de me rir da Sónia que andou aí pelo "iutubi" a dizer "dabodabodabo", da mesma forma que não acho nem um pouco, mas nem um pouco mesmo, engraçado o miúdo do clarinéte. Não consigo ver, por mais que descontextualize, a piada da ignorância ingénua. Só acho triste, mais triste ainda por todo mundo (muitos do parágrafo anterior) se rir daquilo, quando "aquilo" é o que a pessoa é, de verdade, sem fingimentos.
Não achei piada ao Paulo Ruas à procura duma namorada pelo facebook. Só achei que o homem estava a ser extremamente pró-activo. Bem como todos os anúncios do correio sentimental da Maria. Não consigo rir-me daquilo, é gente a batalhar pelo que quer.
Das pessoas, não me rio do que é sincero e honesto, por mais caricato que possa parecer. Só acho piada aos maneirismos, convencimentos, à auto-estima em excesso.
No entanto, fui incapaz de me rir da Sónia que andou aí pelo "iutubi" a dizer "dabodabodabo", da mesma forma que não acho nem um pouco, mas nem um pouco mesmo, engraçado o miúdo do clarinéte. Não consigo ver, por mais que descontextualize, a piada da ignorância ingénua. Só acho triste, mais triste ainda por todo mundo (muitos do parágrafo anterior) se rir daquilo, quando "aquilo" é o que a pessoa é, de verdade, sem fingimentos.
Não achei piada ao Paulo Ruas à procura duma namorada pelo facebook. Só achei que o homem estava a ser extremamente pró-activo. Bem como todos os anúncios do correio sentimental da Maria. Não consigo rir-me daquilo, é gente a batalhar pelo que quer.
Das pessoas, não me rio do que é sincero e honesto, por mais caricato que possa parecer. Só acho piada aos maneirismos, convencimentos, à auto-estima em excesso.
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Cidade 2000
A Cidade 2000 é um bairro de Fortaleza construído mais ou menos no ano em que eu nasci e que foi inicialmente formado por 2000 casinhas pequeninas para a classe média-baixa. Vivi lá em bebé, mas não me lembro, obviamente. De qualquer forma, permanece sendo o meu bairro preferido da minha cidade. E porquê? Por vários motivos, mas vou escrever só um.
A Cidinha mora ao lado da Conceição que mora ao lado da Helena que mora ao lado do Chico que mora ao lado da Tetê. A Cidinha pôs uma placa na porta de casa a dizer "cabeleireiro", a Conceição pôs uma faixa de pano a dizer "faço salgados para fora", a Helena pôs "lava-se roupa", o Chico "conserta ventiladores" e a Tetê "vende dindim" (= sumo de fruta congelado).
É um bairro de gente pobre num país mesmo muito pobre. Agora estão os caros leitores a rir-se, coitadinhos, vão tirar as placas e faixas no segundo mês, porque não têm eles dinheiro para esses serviços e a classe média não vem aqui procurá-los. Vão morrer de fome.
Não vão, não. Sabem porquê?
Porque a Conceição corta o cabelo com a Cidinha, que manda os ventiladores para o arranjo no Chico, que adora um dindim quando está calor - e está sempre -, manda sempre a roupa para lavar na Helena, que é doida por empada de palmito.
Na Cidade 2000, os vizinhos são clientes uns dos outros. E assim vão levando a vidinha, de cabeça erguida.
E é por isso que eu, economico-analfabeta, vejo perfeitamente que não é a falta de consumo que salva economias.

E fiquei contente em escolher uma casa com uma placa a dizer "gráfica" para fazer os missais da missa de sétimo dia da mamãe.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Porque somos doidos por...The Beatles
Foi a Melissa que me ensinou a gostar dos Beatles. É claro que, como toda a gente, já conhecia algumas músicas deles, mas apenas aquelas embebidas de yeah yeah e yos yos dos primeiros discos que, apesar de até serem fixes, não são assim nada de especial quando comparadas com o que eles fizeram a partir do Rubber Soul. Portanto, até aos 30 anos sempre tive uma ideia muito errada da banda e bastantes vezes me interroguei porque raio as pessoas gostavam tanto deles. Acho que o nome que o disco A Hard’s Day Night teve no Brasil simplifica realmente aquilo que eles eram: Os reis do iê iê iê. Mas nada disto é capaz de destruir um dos meus guilty pleasures preferidos: cantarolar A Hard Day´s Night enquanto faço os 15 minutos de caminhada que separam a estação de comboios da minha casa. Por ironia do destino, no exacto momento em que estou a escrever estas palavras, há uma greve geral que percorre as ruas de Lisboa e o Metro está fechado por isso vou ter de ir a pé dos Anjos ao Cais do Sodré. Imaginem a quantidade de vezes que vou ter de cantarolar aquilo!
Os Beatles foram a banda sonora da minha extraordinária entrada na vida adulta depois de eu e a Melissa termos aninhado confortavelmente as cabeças um no outro. Isto aconteceu aos 30 anos e, de facto, se for a pensar bem, 30 anos é um bocado tarde para isso, mas foi assim que aconteceu e não há nada que se possa fazer, muito embora, por outro lado e em minha defesa, posso sempre argumentar que estas circunstâncias permitiram que a minha juventude fosse um bocado mais longa, mas os reais proveitos dessa circunstância de vida não foram, como seria de prever, aproveitados condignamente com tudo aquilo que um solteirão jovem e, vá, engraçadote, deveria ter direito.
A Melissa sempre gostou de apregoar que foram os Beatles que a ensinaram inglês. Que em pequena, tal como a Mafalda do Quino, gostava muito das músicas deles e não descansou enquanto não percebeu o seu significado. Vai daí, pegou num dicionário e estrofe por estrofe, acorde por acorde vislumbrou a poesia. Isso demonstra bem a mulher que é. Na verdade, se alguém nos diz isso, sabemos que podemos casar com ela, ou não?
O primeiro disco que me ofereceu foi o Rubber Soul e disse-me que a partir dali podia ouvir o que quisesse deles. Fiquei tão impressionado com aquilo que ouvi-o continuamente durante meses até resolver comprar outra coisa. O acto de receber um disco teve para mim um efeito extraordinário, isto porque em tempos fazia imensas colectâneas das minhas músicas preferidas para oferecer às miúdas que me despertavam algum interesse. As minhas colectâneas, e fazia muitas porque tinha também muitos interesses, apesar de serem magníficas, isto qualquer crítico musical o pode facilmente comprovar, nunca fizeram grande furor e nunca atingiam o alvo tal como eu esperava. Portanto, para variar as vicissitudes amargas do passado, foi bastante agradável ser, desta vez, eu o alvo.
Nos primeiros tempos de namoro tínhamos um velhinho Fiesta de 88 a quem chamávamos muito carinhosamente de El Che porque a matrícula iniciava-se precisamente por XE. Apesar de prometermos muito, nunca chegámos a pôr um auto-rádio naquilo. O carro tinha um aspecto tão fungoso que gastar qualquer tostão nele causava-nos algum desconforto e, para ser sincero, tínhamos realmente muita coisa onde esbanjar o nosso dinheiro. Os princípios de namoro são óptimo por causa disso, perdemos a cabeça e fazemos tudo sem pensar muito nas consequências e isso até tem sentido porque nos sentimos mais ricos do que normalmente nos sentimos e há algo de profundamente sincero e maravilhoso quando conseguimos alguma riqueza não material nas nossas vidas. Independente do bom-senso, a dura realidade foi que os números da folha do saldo que a nossa vida imprimia nunca foram suficientes para comprar outro automóvel, de maneira que ainda passámos uns bons anos com o Fiesta. Com o disco rígido do cérebro da Melissa, que tem tanto espaço para o amor que sente por mim como para as canções dos Beatles, as nossas viagens eram percorridas com a sua voz a cantá-las uma por uma. Deitava-as cá para fora segundo o seu estado de espírito. Lançava farpas ao meu comportamento quando me portava mal em Norwegian Wood ou então arremessava o contentamento com o Here cames de Sun quando o sol nos fazia fechar os olhos e éramos obrigados a baixar a pala. É daquelas coisas que se vêem nas comédias românticas e que sabe bem conseguir senti-las fora do celulóide. Até porque como se sabe, as líricas do John Lennon e do Paul McCartney têm vários love you e dá um bom conforto a consciência que aquilo também pode ser cantado para nós. Até me dava vontade de gritar e puxar os cabelos como as parvalhonas das miúdas da altura.
Mas os Beatles marcaram também o meu afastamento da música mais negra, vocês sabem, daquelas canções em que tudo está a desabar e é difícil suportar a angústia duma paixão que se afasta do nosso controle. Enfim, sentimentos que estão sempre a acontecer enquanto não ancoramos num porto seguro. Mas com a Melissa isso não faz sentido pois não? Na verdade casámos, temos um filho e escolhemos sempre músicas dos Beatles quando do infantário nos pedem uma canção para pôr no PowerPoint que nos enviam de vez em quando com fotos do Gabriel. O Gabriel a comer, o Gabriel a dormir ou o Gabriel no penico. Ficamos sempre muito orgulhosos a ver as apresentações com o Got to get you into my life em fundo até que a Melissa cheia de orgulho maternal me diz:
- Não achas incrível termos conseguido fazer uma coisinha tão maravilhosa?
Os Beatles foram a banda sonora da minha extraordinária entrada na vida adulta depois de eu e a Melissa termos aninhado confortavelmente as cabeças um no outro. Isto aconteceu aos 30 anos e, de facto, se for a pensar bem, 30 anos é um bocado tarde para isso, mas foi assim que aconteceu e não há nada que se possa fazer, muito embora, por outro lado e em minha defesa, posso sempre argumentar que estas circunstâncias permitiram que a minha juventude fosse um bocado mais longa, mas os reais proveitos dessa circunstância de vida não foram, como seria de prever, aproveitados condignamente com tudo aquilo que um solteirão jovem e, vá, engraçadote, deveria ter direito.
A Melissa sempre gostou de apregoar que foram os Beatles que a ensinaram inglês. Que em pequena, tal como a Mafalda do Quino, gostava muito das músicas deles e não descansou enquanto não percebeu o seu significado. Vai daí, pegou num dicionário e estrofe por estrofe, acorde por acorde vislumbrou a poesia. Isso demonstra bem a mulher que é. Na verdade, se alguém nos diz isso, sabemos que podemos casar com ela, ou não?
O primeiro disco que me ofereceu foi o Rubber Soul e disse-me que a partir dali podia ouvir o que quisesse deles. Fiquei tão impressionado com aquilo que ouvi-o continuamente durante meses até resolver comprar outra coisa. O acto de receber um disco teve para mim um efeito extraordinário, isto porque em tempos fazia imensas colectâneas das minhas músicas preferidas para oferecer às miúdas que me despertavam algum interesse. As minhas colectâneas, e fazia muitas porque tinha também muitos interesses, apesar de serem magníficas, isto qualquer crítico musical o pode facilmente comprovar, nunca fizeram grande furor e nunca atingiam o alvo tal como eu esperava. Portanto, para variar as vicissitudes amargas do passado, foi bastante agradável ser, desta vez, eu o alvo.
Nos primeiros tempos de namoro tínhamos um velhinho Fiesta de 88 a quem chamávamos muito carinhosamente de El Che porque a matrícula iniciava-se precisamente por XE. Apesar de prometermos muito, nunca chegámos a pôr um auto-rádio naquilo. O carro tinha um aspecto tão fungoso que gastar qualquer tostão nele causava-nos algum desconforto e, para ser sincero, tínhamos realmente muita coisa onde esbanjar o nosso dinheiro. Os princípios de namoro são óptimo por causa disso, perdemos a cabeça e fazemos tudo sem pensar muito nas consequências e isso até tem sentido porque nos sentimos mais ricos do que normalmente nos sentimos e há algo de profundamente sincero e maravilhoso quando conseguimos alguma riqueza não material nas nossas vidas. Independente do bom-senso, a dura realidade foi que os números da folha do saldo que a nossa vida imprimia nunca foram suficientes para comprar outro automóvel, de maneira que ainda passámos uns bons anos com o Fiesta. Com o disco rígido do cérebro da Melissa, que tem tanto espaço para o amor que sente por mim como para as canções dos Beatles, as nossas viagens eram percorridas com a sua voz a cantá-las uma por uma. Deitava-as cá para fora segundo o seu estado de espírito. Lançava farpas ao meu comportamento quando me portava mal em Norwegian Wood ou então arremessava o contentamento com o Here cames de Sun quando o sol nos fazia fechar os olhos e éramos obrigados a baixar a pala. É daquelas coisas que se vêem nas comédias românticas e que sabe bem conseguir senti-las fora do celulóide. Até porque como se sabe, as líricas do John Lennon e do Paul McCartney têm vários love you e dá um bom conforto a consciência que aquilo também pode ser cantado para nós. Até me dava vontade de gritar e puxar os cabelos como as parvalhonas das miúdas da altura.
Mas os Beatles marcaram também o meu afastamento da música mais negra, vocês sabem, daquelas canções em que tudo está a desabar e é difícil suportar a angústia duma paixão que se afasta do nosso controle. Enfim, sentimentos que estão sempre a acontecer enquanto não ancoramos num porto seguro. Mas com a Melissa isso não faz sentido pois não? Na verdade casámos, temos um filho e escolhemos sempre músicas dos Beatles quando do infantário nos pedem uma canção para pôr no PowerPoint que nos enviam de vez em quando com fotos do Gabriel. O Gabriel a comer, o Gabriel a dormir ou o Gabriel no penico. Ficamos sempre muito orgulhosos a ver as apresentações com o Got to get you into my life em fundo até que a Melissa cheia de orgulho maternal me diz:
- Não achas incrível termos conseguido fazer uma coisinha tão maravilhosa?
Curtíssima altamente enigmática
Acho que o meu primeiro momento verdadeiramente "de adulta" ainda está por vir. E cheira-me que está para breve.
E vai exigir uma goela suficientemente larga para deixar passar um cururu adulto.
E o mais provável é que a degustação batráquia seja absolutamente em vão, mas acho que vai ter mesmo de ser, porque, aí está, ser adulta tem destas coisas.
De qualquer forma, mesmo sendo diabolicamente vaga, peço reza a quem é de reza e torcida a quem é de torcida.
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Nova rubrica: Porque somos doidos por... episódio 1- Glee
- Tem canções fixes com arranjos que são daqueles guilty pleasures calóricos, mas o guilty pleasure fica-se por aí, pelos arranjos e coreografias: a série não é sobre canções, a série usa as canções matematicamente para compor os diálogos, e cada verso e cada arranjo têm significado e colocação precisas.
- Assim como Popular, do mesmo gajo, vista cá por 10 pessoas na Sic Radical em 2002*, Glee começa com uma mão-cheia de clichés: as cheerleaders que têm um clube de castidade, o gay, a gorda, o jock, o deficiente físico. Leva os clichés aos píncaros durante uns poucos episódios - a cheerleader engravida, o gay tem dificuldades em sair do armário, etc - para depois começar a derrubar cada uma das nossas expectativas. Lá pelo meio da série, os lugares-comuns são baralhados - a cheerleader é boa pessoa, o gay e a gorda são sexy e cheios de segurança, o jock realiza-se mesmo é a cantar hard rock FM dos anos 80 - e os clichés que permanecem são cheios de leitura, não são caricaturas.
- Assim como Popular, Glee quer derrubar cada um dos nossos preconceitos. Quando achamos que já não nos surpreendemos, somos desafiados. Surge uma treinadora de futebol no balneário, um puto lindo de morrer mas que é profundamente inseguro da sua aparência, miúdas que curtem uma com a outra sem serem lésbicas, um deficiente que entra na equipa de futebol - tudo fundamentado de maneira profunda, bem escrita, com muita ternura e humor.
- Assim como Popular tinha a genial Bobby Glass, Glee tem a Sue, e se a série fosse uma merda mas estivesse lá a Sue, já valeria a pena. Um papel delicioso escrito para uma grande comediante! (Mas a minha personagem preferida neste momento é a Brittany - a melhor loura de sempre, e acho que é a do Hugo também. E não deve ser nenhum acaso, a produção está a dar-lhe mais espaço. Viram o episódio da Britney Spears?)
- Finalmente o Ryan Murphy tem o sucesso com uma série de adolescentes que já merecia com Popular. Quem for gleek como nós e ainda não o tiver feito - difícil - procure ver Popular.

*embora hoje em dia toda a gente diz que viu aquilo na altura em que deu e que sim, que uau, que génio, não é verdade. Traduzi boa parte da série e ninguém, fora eu e o Paulo, achava que aquilo era muito mais do que uma série de adolescentes.
domingo, 14 de novembro de 2010
Rapidíssima às amigas que serão mães
Conselho nº 1 - peçam ajuda e conselhos sem medo nem vergonha, sempre e a qualquer hora. As mães gostam de se ajudar, de uma forma geral. Troquem experiências, não se isolem, dividam
tudo que quiserem dividir, alegrias e angústias. Ter um filho é uma aventura e uma festa e os vossos amigos e amigas vão querer participar. Bem, eu sei que EU quero.
Conselho nº 2 - só sigam os conselhos que vos parecerem bem. Nisto dos filhos, a) todas nós estamos a fazer o nosso melhor e b) cada qual à sua maneira. Mais cedo do que tarde, também vocês terão o vosso jeitinho, as vossas teorias. Expressão-chave na maternidade: zona de conforto. Ninguém pode obrigar-vos a sair da vossa.
Conselho nº 3 - Não se esquecer dos dois conselhos anteriores. E de experimentar o secador de cabelo nas crises de berreiro.
Estou muito feliz por vocês, minhas bucholas! :)
tudo que quiserem dividir, alegrias e angústias. Ter um filho é uma aventura e uma festa e os vossos amigos e amigas vão querer participar. Bem, eu sei que EU quero.
Conselho nº 2 - só sigam os conselhos que vos parecerem bem. Nisto dos filhos, a) todas nós estamos a fazer o nosso melhor e b) cada qual à sua maneira. Mais cedo do que tarde, também vocês terão o vosso jeitinho, as vossas teorias. Expressão-chave na maternidade: zona de conforto. Ninguém pode obrigar-vos a sair da vossa.
Conselho nº 3 - Não se esquecer dos dois conselhos anteriores. E de experimentar o secador de cabelo nas crises de berreiro.
Estou muito feliz por vocês, minhas bucholas! :)
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