Há vários motivos para termos engordado e, no entanto, só há um: andar a consumir mais do que se gasta. Há várias dietas possíveis e, no entanto, só há uma: a hipocalórica. Mesmo as dietas proteicas e outras maluqueiras funcionam porque as pessoas comem menos do que gastam. Pronto, tirando isto do caminho, siga.
Super analítica como eu sou, sabia mais que perfeitamente de onde vinham os muitos quilos a mais: vinham de comer por ansiedade. Por isso, estou a tratar disso em primeiro lugar. Trato muito mais da ansiedade do que propriamente da parte nutricional, porque, como disse, o meu caso não era de ignorância, eu sempre soube comer bem (se bem que era meio cegueta no controlo de porções, parte fundamental da redução de calorias).
Por isso, na minha opinião - e o que tem dado resultado - o primeiro passo será sempre identificar o que está errado e o porquê de as tentativas anteriores não terem funcionado. E começar por aí, tomando as medidas necessárias. Excesso de apetite por motivos emocionais? Não saber distinguir a saciedade? Confusão por causa de excesso de informação? "Nenhuma causa identificável, não como nada e continuo a engordar"? Tudo isso tem resposta, acreditem. Às vezes não dá é para a encontrar sozinha, às vezes precisa-se de uma mãozinha.
(Atenção: a minha experiência é de obesidade, é disto que falo. Não falo dos cinco quilos que separam uma mulher da perfeição, porque não saberia fazê-lo, não é o meu caso).
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
O que me ocorre hoje
Sempre que saio do meu quadrado, há merda.
E tenho de engolir mais sapos do que os que já sou obrigada diariamente dentro do meu quadrado, porque estou mais para engolidora de sapos do que cuspidora de fogo.
Oh, well. Siga.
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Hoje deu-me para isto
Posso gabar-me, né? Já está feito...
Escrevi duas cenas tão fixes, tão fixes, tão fixes que ainda estou a recompor-me delas. Tão cheias de simbolismo, de inteligência e de conteúdo que, caramba, tenho o coração a transbordar. Gamechangers mesmo, dão rumo à história. E estou a dar-me os parabéns publicamente por elas.
Pronto, não publico gabaroladas de outfits, publico gabaroladas de guionismo.
Escrevi duas cenas tão fixes, tão fixes, tão fixes que ainda estou a recompor-me delas. Tão cheias de simbolismo, de inteligência e de conteúdo que, caramba, tenho o coração a transbordar. Gamechangers mesmo, dão rumo à história. E estou a dar-me os parabéns publicamente por elas.
Pronto, não publico gabaroladas de outfits, publico gabaroladas de guionismo.
Ontem
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Declaração de amor ao blog
Nada do que está neste blog é privado, obviamente. Se o fosse, estaria noutro blog, porque devo ter uns 12 com diferentes permissões de leitores. Escrevo aqui o que quero partilhar, comentar, perguntar, e, especialmente, exorcizar para os quatro ventos. Tenho muita pena de não ter feito tags - e não é agora que começarei a fazer - porque queria ver os temas mais recorrentes (se bem que nós sabemos, né, seis leitoras?)
Cometi duas inconfidências neste blog há cerca de um ano que foram consertadas pouco tempo depois. De resto, isto aqui é o que eu quero e tenho para dar ao mundo. É precioso como é a minha caminhada dos últimos anos, com lombas lixadas e tudo o mais. Adoro-o e as únicas vírgulas que lhe mudaria, já mudei.
Não é a casa da mãe Joana, isso é ali ao lado no Digo Eu Com Os Nervos, é só a casa da mãe Melissa, com a dor e a delícia de ser quem ela é (e que dor e delícia que são).
Amo-te, blog!
Cometi duas inconfidências neste blog há cerca de um ano que foram consertadas pouco tempo depois. De resto, isto aqui é o que eu quero e tenho para dar ao mundo. É precioso como é a minha caminhada dos últimos anos, com lombas lixadas e tudo o mais. Adoro-o e as únicas vírgulas que lhe mudaria, já mudei.
Não é a casa da mãe Joana, isso é ali ao lado no Digo Eu Com Os Nervos, é só a casa da mãe Melissa, com a dor e a delícia de ser quem ela é (e que dor e delícia que são).
Amo-te, blog!
domingo, 26 de fevereiro de 2012
The D word
Tinha pensado em pôr aqui o meu mini-ticker de perda de peso quando chegasse aos 10 Kgs perdidos, e assim foi. Fica lá em baixo, a minha reguinha, para não ofuscar a do Gabes. Lá diz oito quilos porque, estupidamente, desde que fiz a régua (há vários meses), consegui ganhar dois quilos e o ticker NÃO NOS DEIXA ALDRABAR. Mas da pesagem do início do processo até hoje, já foram 10 e umas gramas.
E assim é: volta e meia falarei da temida D, das dificuldades (algumas) e alegrias (muitas! Mais que muitas) que esta viagem de domação da fera implica.
E assim é: volta e meia falarei da temida D, das dificuldades (algumas) e alegrias (muitas! Mais que muitas) que esta viagem de domação da fera implica.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
O plano sempre adiado
Começar a falar-lhe da avó Mel.
Não consigo, desato a chorar, caio num pranto de dor e injustiça sem fim e...
Custa-me imenso que ele não saiba que tem outra avó que não é nem a mãe do Hugo nem a Isabel, mas para isso eu precisava de ter fotos em casa, falar com alegria, fazer com que ele apontasse para ela e dissesse: ali, a avó Mel.
Estou seriamente inclinada a pedir ao meu irmão ou ao meu pai que o façam.
Não consigo, desato a chorar, caio num pranto de dor e injustiça sem fim e...
Custa-me imenso que ele não saiba que tem outra avó que não é nem a mãe do Hugo nem a Isabel, mas para isso eu precisava de ter fotos em casa, falar com alegria, fazer com que ele apontasse para ela e dissesse: ali, a avó Mel.
Estou seriamente inclinada a pedir ao meu irmão ou ao meu pai que o façam.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
