Voltei, naturalmente, a escrever um diário em papel. Como tinha dito há uns tempos, já vinha a fazer algo parecido no computador, - julgando-me incapaz de entender a minha própria letra -, mas caramba, não é a mesma coisa. No papel, escolhemos tudo, e por tudo, quero mesmo dizer tudo: a caneta, a letra, a língua, a data. Reflito, converso só comigo e falo de várias coisas. Tem sido muito bom para ver que não sou o bicho unidimensional que julgava ser: não sou só um poço de luto mal feito e problemas de imagem corporal. Afinal, há outras coisas que me atormentam e assombram, e foi bom descobrir isso. :)
O que me faz bem não me faz escrever.
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Para quando o próximo, Moretti? Caramba. |
2 comentários:
:)
Adoro as cores com que pintas o teu lado negro!
Olha que bela ideia. Só perdemos nós, pronto.
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