É da letra de uma das canções que mais me faz lembrar da minha própria mãe.
A canção está num post de Julho chamado "é feito um bichinho"... Para todos os que têm filhos, os que já estiveram grávidos, os interessados e afins, vão lá e ouçam.
terça-feira, 16 de setembro de 2008
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Luzes... câmaras...
Tenho mesmo a sensação de que, quando aparece a imagem da ecografia no monitor, olhas-me envergonhado. Estás ali paradinho, paradinho... até veres que não me vou embora sem me mostrares o teu twist.
Adoro o teu twist.
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Adoro o teu twist.
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quarta-feira, 10 de setembro de 2008
terça-feira, 2 de setembro de 2008
Balançar de longe

Nunca vi sono tão profundo quanto o de uma criança do Ceará.
A razão que aponto para tal é a rede.
Esta é a do meu filho, presente da tia Mariângela.
No Nordeste brasileiro do meu tempo - creio que ainda hoje se faz - punha-se o bebé a dormir na rede e um cabo de vassoura enfiado entre as duas bordas, de modo à criança não se perder lá dentro. Tenho uma foto óptima nessa posição, mas obviamente não sei dela.
Pode o mundo cair, um bebé que durma de rede não acorda.
Vindos de longe

Presentes da prima Ana Amélia e da Tia Sarita.
Detalhe: o casaquinho, lá, chama-se "pagão"... acho de um romantismo enorme, do tempo em que se baptizavam os bebés ainda minúsculos.
A parte de baixo chama-se "mijão"... de um romantismo não tão enorme, mas de honestidade louvável.
Os dois nomes, pagão e mijão, vêm nas etiquetas.
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
A eco
Fazes mãozinhas de jazz.
Danças um twist com os braços.
O teu pai jura que tens pés, mas não me lembro de os ver.
Abrir as pernas para começarmos a chamar-te pelo teu nome, népia.
Danças um twist com os braços.
O teu pai jura que tens pés, mas não me lembro de os ver.
Abrir as pernas para começarmos a chamar-te pelo teu nome, népia.
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