sexta-feira, 18 de junho de 2010

Não tenho forças que me levem daqui, deitaste-me um encanto, Não deitei tal, não disse uma palavra, não te toquei, Olhaste-me por dentro, Juro que nunca te olharei por dentro, Juras que não o farás e já o fizeste, Não sabes do que estás a falar, não te olhei por dentro, Se eu ficar, onde durmo, Comigo.


Na minha mente e no meu coração, ao lado de Fermina e Florentino estão Blimunda e Baltazar. Comentámos, há uns bons anos: se Saramago não fosse tão carrancudo, até chamávamos José ao nosso filho.

6 comentários:

Ana C. disse...

Vírgulas onde entenderia melhor pontos, pontos onde soaria melhor uma vírgula, o contexto sempre difícil de alcançar... Enfim, Saramago. E sim, carrancudo, muito carrancudo.
Ainda bem que o teu filho se chama Gabriel.
"Os escritores nunca morrem de verdade, sobrevivem eternamente através dos seus livros" Anacê.

Melissinha disse...

Estou mesmo de luto literário, a ler parágrafos soltos, etc.

Supertatas disse...

gabriel josé tem é josé pah

Supertatas disse...

oops
tb é
queria eu dizer

Hugo Carvalho disse...

pois é
Gabriel por parte do Garcia Marques e José por parte do Saramago

Melissinha disse...

e Carvalho por parte do Paulo de Carvalho e Lyra, da minha.