terça-feira, 8 de junho de 2010

Quem é que te mandou ter um?!

De vez em quando há certas expressões que me deixam fora de mim e a interrogar-me como é possível alguém de bom senso usá-las sem perceber que está a fazer figura, vá, de parvo.
O meu mais recente ódio de estimação é o “pois é bebé!” Digam-me lá se é possível fazer alguma ligação coerente entre esta frase pateta e o que a origina, um espanto ou desconhecimento. Não há! É uma parvoíce.
Detesto tanto a expressão que, se fosse um homem solteiro e estivesse num jantar romântico, o uso do “pois é bebé” faria com que abandonasse a mesa sem pagar a conta, mesmo que a senhora sentada à minha frente fosse a Diana Chaves. Se bem que a associação bebé e Diana Chaves não fosse de todo despropositada.
Mas se calhar estou a ser injusto, é porque sempre que vem a palavra bebé à baila a minha alma fica sempre a vaguear por imagens de comida no chão, bolachas empapadas em saliva, fraldas sujas, choros nocturnos e casa toda, mas mesmo toda desarrumada.

7 comentários:

sofia disse...

Ora nem mais!

Ana C. disse...

O menino tem mau feitiozinho, tem? Incomoda-se com certas e determinadas expressões, é?
Depois não se queixe que tem azia no final do dia. Ah pois é bebé!

Hugo Carvalho disse...

Também não gosto quando colocam virgulas onde deviam estar pontos finais ;)

Melissinha disse...

pronto temos chiqueiro,

Ana C. disse...

Olha um ponto e vírgula para ti, ah pois é bebé!

Melissinha disse...

hahaha,

We Are Not Typical - WANT disse...

hi,hi,hi,hi,