domingo, 5 de abril de 2015

Curtíssima sobre três temas que, tendo sido contracultura há três anos, hoje já enjoam.

- Como a maternidade tem o seu lado negativo e
- Como as redes sociais são perniciosas e
- Quem partilha é porque tem baixa autoestima e precisa mostrar que a vida é um mar de rosas.

A sério, já não há nada de novo a dizer sobre isso. Não há, simplesmente. Falemos, por exemplo, de como é delicioso amar e ser amado incondicionalmente e como a vida antes dos rebentos afinal nem era assim essas coca-colas todas e da maravilha que é existir um algoritmo qualquer que permite ao Facebook fazer uma verdadeira curadoria do que nos interessa. E que através das partilhas de outras pessoas temos boas ideias para as nossas próprias vidas. Se a partilha das outras pessoas faz com que nos sintamos amargos, bom, não é preciso ser-se nenhum Einstein para ver que o problema não está, enfim, nas outras pessoas.

Novos ângulos precisam-se, malta. Esforcem-se.







7 comentários:

gralha disse...

Tenho recebido tanto de tanta gente que por aqui anda. Mesmo a sério. A minha vida seria muito mais pobre sem várias pessoas que só conheci graças às redes sociais. E agora acho que já cheguei mesmo ao ponto em que aprendi a filtrar só o que interessa, nem gasto energia a criticar o resto.

Julia disse...

Onde se assina?

Melissinha disse...

Eu ando rezingona, Gralha. Passo a maior parte do tempo sem me incomodar com nada, mas de vez em quando me chateio. O que vale é que é muito de vez em quando, cada vez tenho menos tempo.

gralha disse...

Ei, aquilo era eu a concordar contigo. Só estou com demasiado sono para irritações.

Melissinha disse...

Já vi que sim. :D

Ana C. disse...

Eu ando numa de implicar com o Pedro Chagas Freitas, pode ser?

Carla R. disse...

Sim, sim, sim.
(Não aguento nem mais um post sobre estes temas no meu feed. Agora até tenho vergonha de alguma vez me ter intitulado de mãe que capotou. Como é possivel ainda se ler e se interessar sobre isto em 2015 ?)