quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Momento reflexivo-deprê-angustiado

É muito importante para mim, por vários motivos, trabalhar até ao fim do tempo. Mas será possível?
A cabeça não é a mesma, a atenção não é a mesma, a concentração não é a mesma, Deus sabe que o corpo definitivamente não é o mesmo.

Acho que muitas grávidas se deparam com o mesmo dilema nesta altura:

1. Quero trabalhar até ir para a maternidade, mas poderei assegurar a qualidade do trabalho quando tenho tanto em que pensar?
2. Está bem, vou assumir que já não consigo, mas não estarei só num dia mau, ou numa semana má?
3. Conseguirei manter a sanidade mental se parar já?
4. Tenho outras pessoas que contam comigo: será justo sobrecarregá-las, se parar, mas comprometer o resultado final de tudo, se continuar a meio gás?


Hoje vou pensar em tudo isso muito bem pensadinho. Espero que seja só um dia mau.

6 comentários:

Ana C. disse...

De uma pessoa que conta contigo: NÃO VÁS JÁ!!!!!!!!!!!!
Inspira e Expira. Eu também levei reprimendas da qualidade do meu trabalho e não estou grávida. A vida acontece-nos, não somos máquinas.
Força, deixa só de trabalhar quando fores parir. Fazes falta.

Melissinha disse...

Já passou! :P

Bailarina disse...

O meu Raul está previsto para Abril e eu quero estar aqui até poder!
Posso não estar a 100%, posso falhar mais, mas em casa muito tempo a pensar na morte eda bezerra daria comigo em doida! por isso coragem!! beijo e felicidades
Sandra

Melissinha disse...

Que nome tão másculo terá o teu bebé, Bailarina! Muito bem.

Eu cá me vou aguentando, mas acho que foi mesmo desabafo de um dia mau. A ver vamos...

Bailarina disse...

o meu Raul terá um nome do coração, era do pai do meu marido falecido quando ele ainda tinha 5 anos...
porque acho que mereces ler a minha aventura semelhante à tua, vou enviar-te convite!
beijos

Bailarina disse...

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