quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Num mundo perfeito parte II

... Daria metade das explicações que dou hoje. Ou antes, um terço. Ou antes, apenas as que tivesse de dar.

Hoje, enquanto explicava mais uma vez os meus motivos para qualquer coisa a um conhecido (nem sequer amigo era!), dei-me conta de que cavar desculpas e razões é algo que me stressa tremendamente e faz-me sentir invadida. Se somar a isso a minha absoluta incapacidade de ser assertiva com quem gosto, o resultado é uma Melissa bastante irritada e sem nada fazer sobre isso.

Há uns tempos, pus um status no FB à procura de uma coisa qualquer e o resultado foram dezenas de palpites sobre "o que" eu devia fazer, passando bastante longe do que eu queria. Acabei por apagar o tópico, a sentir-me uma criança de seis anos... Sem nada fazer sobre isso.

Portanto, num mundo perfeito, a) daria menos satisfações, b) usaria a frase "vai brincar com a pilinha" mais vezes.

Umm... E daí o mundo perfeito pode começar hoje.

5 comentários:

Ana C. disse...

Num mundo perfeito, as justificações a pessoas que não interessam seriam substituidas por um valente arroto.

Precis Almana disse...

Ahah!
Lá está, essa é trabalhável ;-)

Carla Barroso disse...

não seja tonta, melissa maria. não vê que as pessoas só querem o seu bem? :) pelo menos, nós :)

Melissinha disse...

Haa chegou a minha idosa tia.

(Claro que sei, mas mesmo assim, idosa tia! Não tenho muito juízo, mas ainda tenho algum, valha-me Deus. É desgastante, em adulta, ter de se defender o tempo todo, por melhor que sejam as intenções).

sofia disse...

E um "e tu com isso?"...
Resulta sempre
(É que ir brincar com a pilinha pode não ser sempre viável ;) )