quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Curtíssima sobre planeamento familiar

Foi o que descobrimos nestas férias, ao reflectir muito sobre a nossa família e o nosso futuro.

Que todas as configurações são válidas e boas: não ter filhos, ter um só, ter dois - popular choice - três ou quatro, pertencer à detestável associação de famílias numerosas.

Todas são boas. Vimos que não é para as opções em si que devemos olhar, mas sim, para nós três e como pretendemos viver.

A cada família, a sua configuração.

(Isto é tudo uma maneira vaga, com filosofia barata à mistura, para dizer: a cena dos dois filhos, apesar de tudo que dizem, não é uma obrigação: é uma opção de vida. Não sabemos se vamos ao segundo. Se tivéssemos de decidir já, a resposta seria um redondo não, estamos muito felizes assim, a três).

6 comentários:

Nuno Andrade Ferreira disse...

Dois filhos, um, nenhum... cada um faz da sua vida o que quer. Haja felicidade e harmonia.

Ana C. disse...

Ter um filho só para dar um irmão ao que já temos é, na minha opinião, fodido para o miúdo que irá nascer. Penso que não é justo. Um filho tem que ser desejado por inteiro e não apenas para cumprir a função de irmão.
Esta é uma reflexão que tenho vindo a fazer um montão de vezes de cada vez que oiço: Ah, quero dar um irmão ao x, por isso vamos ter mais um. Chiça, não foi assim que pensámos quando decidimos ter o primeiro, pois não?

Melissinha disse...

Ora bem, é isso mesmo. Eu andava nesse argumento, diminuindo substancialmente o valor do meu segundo filho hipotético.

Ná. Se é para vir o segundo, vai ser pelas mesmíssimas razões pelas quais veio o primeiro.

gralha disse...

É isso mesmo. E é preciso capacidade de encaixe para ouvir as "sugestões" bem intencionadas de amigos e familiares e tomar as nossas próprias decisões.

Melissinha disse...

Estou quase convencida de que há mais pressão para se ter o segundo do que o primeiro.

As pessoas começam lentamente a aceitar casais sem filhos, mas filhos únicos continuam a ser egoístas, mimados, problemáticos.

Enfim, o dia de este mito cair também chegará.

A mãe que capotou disse...

"O dia do mito cair também chegara!" Lindo !
E é claro que todas as confirações são validas, cada um faz o que lhe parecer melhor. Mal seria se a escolha fosse matematica ou ditactorial.
E que no final sejemos todos felizes ! Agora, se isto não foi new age ...