segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

O deslumbre, o desbunde

Por mais que goste de filmes "cerebrais", alimento para a alma e a cabeça, sempre que vejo um filme do Tarantino ou do Baz Luhmann lembro-me de que foi para aquele tipo de cócegas na barriga que o cinema nasceu: para sairmos a correr da sala quando se aproxima a locomotiva, para nos deslumbrarmos com o pôr-do-sol technicolor de E Tudo o Vento Levou. Os filmes servem muitos propósitos, graças a Deus, mas o deixar-nos de boca aberta é, para mim, o mais nobre deles. E se os meus realizadores "preferidos" fazem coisas menos suspirantes, é entre Moulin Rouges e Sacanas sem Lei que meço o tempo entre filmes.

Adoro filmes hipercalóricos.
Adoro realizadores dementes.

5 comentários:

gralha disse...

É mesmo isso.

Ana C. disse...

Diz-me que filmes amas, dir-te-ei quem és :)
Ou não, ou talvez.

gralha disse...

Ana C., isso diz-me que tu és muuuuuuito selectiva, certo?

(e eu uma fácil - a tua teoria está certa)

Naná disse...

Tal como nos livros, nos filmes também prefiro aqueles que me deixam de cara à banda, sem explicação lógica, com a alma lavada em lágrimas, em alegria, em tudo e mais alguma coisa...

Melissinha disse...

Eu nunca saberia dizer quem sou pelos filmes que gosto, ou melhor, até saberia :/
A.HOT.MESS.