quarta-feira, 15 de maio de 2013

PDI

Hoje tive sinceras e algo persistentes dúvidas sobre a minha própria idade. 
Quase tive de ligar ao meu irmão para lhe perguntar a dele e somar dez. 

Acabei por arranjar outra fórmula de cálculo e aí a coisa foi.

E ainda dizem que nós, quase-velhos, não devemos ter velinhas de números no bolo. COMO DIABO querem que nos lembremos de ano a mais, ano a menos?

A propósito: obviamente tenho a idade mais velha da dúvida. Logo agora, que considerava uns ténis laranja fluorescentes. 

6 comentários:

Ana. disse...

Ténis laranja florescentes rock!!
;)

triss disse...

Compra os ténis laranja florescente, porque chegamos a uma idade em que podemos fazer o que nos dá na gana :-)

a palavra que me definiria aqui. disse...

Epá isso aconteceu-me há uns tempos e nem contei a ninguém porque ia soar tão pouco verosímil... É que eu durante quase uma semana andei convencida (e a panicar) que em Janeiro já fazia 29 e-isso-já-é-demasiado-perto-dos-30-opah (DESCULPA). Fiz 28.

Melissinha disse...

Acho mal.

ouvirdizer disse...

Eu a-do-ro fazer anos, logo, sei sempre muito bem em que patamar estou. Ando louca que chegue outubro pois acho 35 um número maravilhoso e muito promissor! Os seguintes deverão ser mais insossos, aos 35 vou começar a pensar nos 40, brutal, nova época, os 40 são os novos 20 e vou, de certeza, mudar algumas cenas que fiz nos 20, ahahahahah!
E é assim que se rege a minha vida, ou isto, ou compro o Borda de Água! :)
Beijos

Melissinha disse...

Oh, Vera, eu AMO fazer anos. Tenho de ter parabéns, tenho de fazer festa. Para mim, fazer anos nem tem que ver com ficar mais velha (por enquanto), mas em ter o Dia da Melissa em que todos são obrigados a amar-me. :)

Acho que foi essa embriaguez egotrípica que me fez esquecer dos anos que tinha.