quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Três coisas fixes, entre muitas outras, que aprendi no curso que estou a fazer

- Contar com a inspiração é contar com o ovo no cu da galinha.

- É melhor perder um prazo do que entregar algo de que não gostamos a 100%. Fragilizamo-nos de outra forma. Sentimo-nos menos mal.

- Podemos exagerar na storyline. Tudo vale para garantir a continuação da leitura.

8 comentários:

gralha disse...

Vou tomar notas desde já.
(e, se não há inspiração, começa-se pelo quê??)

Melissinha disse...

Pelas perguntas certas!

Melissinha disse...

O que aprendi de mais importante foi isso mesmo: há que investir tempo na pré-escrita. Fazer inúmeras, inúmeras perguntas. Testar, melhorar, esquematizar (ele deu-nos um esquema de 11 passos que é foolproof). Partir pedra aí, e não durante a escrita mesmo - depender o máximo possível do planeamento e o mínimo possível da musa.

Ana C. disse...

"Eu escrevo só quando a inspiração bate à porta. Felizmente, ela bate à porta todas as manhãs às 9 em ponto".
Supostamente do Somerset Maugham :)

Ana C. disse...

Eu acho a inspiração estupidamente importante. Até para fazeres as tais perguntas certas, precisas de um certo tipo de inspiração. A técnica ajuda muito, mas o trabalho baseado em muita técnica, nunca fica tão visceral, tão das entranhas.
No equiílibrio é que está a chave.

Melissinha disse...

Eu já acho o contrário, acho que a inspiração ajuda :) Acho que um bom planeamento são 70% do caminho, e sempre achei, mesmo não planeando nada.

(Claro que já parto do princípio que haja uma ideia, que se saiba escrever, etc. Para ter a ideia, aí acho que é preciso ser-se uma pessoa inspirada por natureza, é preciso ter visão estética, tudo coisas que ainda não sei se sou ou tenho, mas que curto muito).

Melissinha disse...

Eu disse que se começava pelas perguntas, mas claro que não, começa-se pela ideia. E para a ideia é preciso luz, inspiração, musa, sentido de oportunidade, tudo coisas que não se ensinam.

Melissinha disse...

Ohhhh agora lembro-me do meu primeiríssimo trabalho: "Melissa, não posso te ensinar a criar, isso não".
Era verdade.

Moças, depois posso-vos passar os apontamentos (ainda não os tenho, mas devo recebê-los em breve).